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[P0][OSS Extension][Performance] Executar fases mecânicas como bindings do Loop e reservar agents para decisões OSS #9

Description

@wesleysimplicio

Parent: #8
Core contract: https://github.com/wesleysimplicio/simplicio-loop/issues/557
Related: wesleysimplicio/simplicio-loop#555, #556

Diagnóstico

O SKILL.md descreve bootstrap, git/GitHub, scans, dedupe, CI/review babysit, planning, implementação, testes, persistência e scheduling. Parte mecânica pode consumir turnos/tokens e repetir polling por host.

A solução não é compilar um workflow engine OSS. O Loop core mantém o stage graph e a autoridade operacional; a extensão OSS registra bindings de domínio.

Objetivo

Executar coleta, dedupe, policies, mapper, testes e CI como handlers determinísticos da extensão loop.oss. Acionar agentes do core somente em decisões OSS que exigem interpretação, criação ou revisão semântica.

Mapeamento ao Loop

  • intake/planning → descobrir upstream, RepoProfile, candidato e policy preflight;
  • executing → sync/worktree, reprodução e implementação;
  • validating → lint/build/test, CLA/DCO, diff e policy gates;
  • watching/recovery → CI/review events, conflitos e recovery;
  • delivering → branch/PR/comment como efeitos governados;
  • reporting → contribution report, reputation e handoff;
  • completion → auditoria herdada do core com confirmação remota.

Classificação

Handler determinístico

  • clone/sync/status/worktree;
  • coleta issue/PR/CI;
  • dedupe e anti-duplicate index;
  • CLA/DCO/policy checks estruturados;
  • mapper/search/retrieval;
  • build/test/lint;
  • métricas, receipts e event collection;
  • publicação previamente autorizada.

Agent especializado

  • avaliar relevância/mergeability quando a policy é inconclusiva;
  • investigar bug novo;
  • produzir mudança não mecânica;
  • fazer review semântico adversarial;
  • responder feedback técnico não classificável;
  • escolher recovery quando não existe regra segura.

Passo a passo

  1. Inventariar cada fase do SKILL e classificar handler/agent/híbrido.
  2. Registrar os bindings no manifesto loop.oss.
  3. Usar apenas hooks oficiais do stage graph; não criar DAG próprio.
  4. Criar RepoProfile declarativo por upstream.
  5. Substituir polling por eventos/webhooks; coalescer fallback polling no core.
  6. Reutilizar snapshot/cache/rate limit por repo.
  7. Usar mapper canônico e Dev CLI pelos bindings do Loop.
  8. Executar router deterministic-first antes de agent.
  9. Isolar worktree/branch e propagar fence/idempotency.
  10. Modelar reputation/newcomer/PR caps como policies.
  11. Reutilizar AgentHost/context/memory quando compatível.
  12. Emitir handoff sem bloquear outros repos.
  13. Delegar stop/drain/budget/fairness ao core.
  14. Preservar one-shot por core embedded.
  15. Migrar logs/backlogs e documentar operação.

Testes obrigatórios

  • classificação de routes e receipt de decisão;
  • dois hosts no mesmo repo;
  • múltiplos repos/orgs;
  • duplicate candidate/PR;
  • CI red→green, review feedback e conflict;
  • GitHub rate limit/outage;
  • worker/agent crash e lease reclaim;
  • CLA block/newcomer caps;
  • cancel/drain/stale snapshot/stale fence;
  • embedded/daemon/remote parity;
  • benchmark polling, tokens, API calls, processos, p95 e PR verificado.

Revisão complementar do projeto: simplicio-loop-oss

Responsabilidade avaliada: open source. Esta issue deve ser entendida no contexto da auditoria-mãe do repositório.

Objetivo específico

validar issue → plano → branch → patch → testes → PR

Fluxo de testes obrigatório

conflito, licença, segredo, dependência externa, rollback e escopo

  1. Registrar SHA/branch, ambiente, dependências e configuração.
  2. Executar o caminho feliz completo e capturar logs/receipts.
  3. Injetar entrada inválida, timeout, falha externa ou permissão ausente aplicável.
  4. Verificar retry, cancelamento, idempotência e rollback quando o fluxo suportar.
  5. Executar testes unitários, integração, sistema/E2E, regressão, segurança e desempenho aplicáveis.
  6. Reexecutar com os mesmos dados e comparar resultado/hashes.
  7. Confirmar que falha nunca vira sucesso e que recursos são liberados.

Evidências obrigatórias

  • PR/commit vinculado;
  • comandos e versões;
  • logs do caminho feliz e da falha;
  • testes/coverage/benchmark aplicáveis;
  • receipts, hashes e relatório de rollback;
  • limitações e próximos passos.

Regra de encerramento

Não fechar sem todos os critérios desta issue e da auditoria-mãe atendidos. Se faltar implementação, marcar como NEEDS-IMPLEMENTATION ou BLOCKED, nunca como concluída.

Execução

  • Implementar o objetivo descrito.
  • Fazer a implantação aplicável.
  • Executar e registrar os testes.

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